Innocence - Capítulo VIII

12 de julho de 2011

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Oii gente! Para aqueles que acompanham Innocence, aqui está o oitavo capítulo da história. Espero realmente que estejam gostando. Não esqueçam de deixar o comentário de vocês. E um último lembrete, participem da super promoção aqui do blog!

Algo me sacudia, com tal força que tive que reclamar.

-Ai para, me deixa dormir! – Eu disse e me virei

-Bella! Bella! Por favor, acorda, a gente precisa sair daqui, Bella acorda!! – Dizia Edward em tom desesperado ainda me sacudindo. Despertei rapidamente, ainda com a roupa de ontem, que tinha ido para a casa de Leah.

-O que aconteceu Edward? – Perguntei alarmada, ele já estava jogando algumas coisas em minha mochila – Edward dá pra me responder? – Eu disse calçando os tênis, e indo ao seu encontro parando-o – Olha para mim, o que houve?

-Você precisa sair daqui, onde está o dinheiro que você guarda? – Perguntou ele jogando algumas roupas na mochila que já estava quase cheia. Apontei para a caixinha e ele voou até ela, pegando o dinheiro e colocando em um dos bolsos da bolsa.

-Me diz o que está acontecendo, por favor? – Eu disse em tom desesperado. Precisava de uma resposta.

-Você terá que pular da janela, com cuidado, coloque seu pé na sacada que tem abaixo da janela e dê um salto, não é tão alto.

-Você tá louco? Claro que é alto. Explique-me isso primeiro.

-Me deixa tirar você daqui primeiro. Eu estou com você, não vais sair machucada, tem que ser agora Bella, não tem muito tempo. – Disse ele me fazendo colocar uma das pernas para fora da janela. Fiz como ele disse, apoiei meu pé na sacadinha que tinha, e dei um impulso, pousando drasticamente no chão, meu pé começou a doer – Vem! – Disse ele e corri seguindo-o com minha mochila que ele agora não podia mais carregar, nos escondemos atrás de um cercadinho que tinha do outro lado da rua. – Por hora você está segura, mas você tem que ir para Forks.

-Como? Não posso deixar papai aqui, e ir pra Forks sem avisá-lo, Edward você perdeu o juízo, me explique toda essa loucura, por favor!

-Isso tudo é por culpa de seu pai. Ele está envolvido com o tráfico de drogas e te tirei de lá por causa deles – Disse ele apontando para o outro lado da rua, onde saíam de casa, e pude ver papai com sangue no rosto, me levantei para ir ajuda-lo, mas Edward me impediu.

-Preciso ir ajuda-lo. – Eu disse encarando-o incrédula

-Se você for eles te matam – Disse Edward sério – Me deixe terminar – Disse ele e concordei. – Seu pai, já vinha se envolvendo com drogas, assim que sua mãe morreu ele procurou isso, pra consumo, mas se envolveu demais, e agora trafica e deve um alto valor para esses traficantes que o cobram o dinheiro, mas agora chegou a um ponto trágico. – Disse Edward sério – Você agora é alvo Bella. – Fiquei estática. Tinha se tornado algo muito sério. Envolvia a mim e a papai. Se tornou uma necessidade pra mim agora fugir disso.

POV Charlie

Eu não queria isso. Eu não queria, mas já estava tão envolvido. Tão viciado nisso que minhas forças se esvaiam aos poucos, cada vez mais rápido me levando para o fundo. Eu tinha que parar, eu tinha que ser forte por Bella, que nunca iria me perdoar, por tê-la violentado, por tê-la batido. Estava com tanta raiva, e precisava de algo para me libertar, mas naquele dia eu estava ao efeito do álcool, não estava com o raciocínio coerente, e acabei fazendo o que não queria o que não devia ter feito.

Já era hora de acordar Bella, para leva-la para o colégio, mas antes de me levantar do sofá onde tinha dormido, alguém tocou a campainha. Levantei-me um pouco grogue ainda, olhei para o chão e vi as garrafas de bebida que tinha consumido ontem, e os maços acabados de cigarro, sem contar o centro que estava coberto de pó. Teria que limpar isso antes que Bella visse afinal ela tinha voltado da casa da amiga? Eu não tinha visto. Fui até a porta e olhei pelo olho-mágico. Porra! O que esses caras queriam comigo? Era o Sam e o Paul, reis do tráfico aqui de Seattle. Eles tinham um grande módulo de máfia na cidade, e era altamente secreto. Tanto drogas, como armamentos, e tráfico de prostitutas esses caras faziam, eram realmente gente da pesada. Não sei o que eu estava pensando quando em meti com eles. Abri a porta. E assim que abri, eles me empurraram me fazendo cair de costas no chão. Sam o mais velho e mais forte colocou seu pé em meu rosto, virando-o para encará-lo.

-Usou todo mantimento que te demos né? Ótimo, quero todo o dinheiro que você me deve, tanto como dessas de agora, como as do passado que você ainda me deve Charlie.

-Você sabe que não tenho nada agora – Eu disse forçadamente, seu pé esmagava o lado direito de meu rosto.

-Pegue ele Paul – Disse Sam e, seu irmão me pegou com força pelo braço, e me jogou no sofá, logo Paul ficou ao meu lado em pé, e Sam se ajoelhou em minha frente, era altamente assustador. – Vamos Swan sei que você tem dinheiro e muito guardado por aqui, no banco... Vai dizer que gastou tudo?

-Por favor, não tenho nada agora, alongue o prazo – Eu disse, e assim que falei um forte pancada em meu rosto levei. Senti meus dentes tremerem.

-Eu quero esse dinheiro hoje, nem que você tenha que tirar da puta que pariu, me dê ele hoje, até o final da manhã. Afinal, três mil não é algo tão caro, não é Charlie? – Disse ele debochando e acendendo um cigarro.

-Onde cargas d’agua arrumarei três mil, até o final da manhã? Até amanhã, me dê essa chance. – Eu disse implorando, ele afastou o cigarro da boca, e o pressionou em meu braço. Segurei para não gritar de dor. Queimava meu braço, parecia o inferno, depois de uns segundos pressionando o cigarro em minha pele ele voltou a falar.

-Onde está sua filhinha? – Disse ele. Estremeci, Isabella não!

-Não toque nela, me mate, mas deixe Isabella fora disso – Eu disse e ele levantou o cigarro outra vez, ameaçando.

-Onde está ela? Seria uma boa diversão, não é Paul? Bem novinha ela, seria divertido. – Disse aquele calhorda. Burro, burro mil vezes burro. – Eu quero uma resposta. Onde está ELA? – Disse ele agora alto.

-Lá em cima – Eu disse derrotado

-Muito bem, vá pegá-la Paul, a levarei como garantia – Disse Sam sorrindo vitorioso para mim. Minha vontade era de cuspir na cara daquele seboso, mas eu procurei por isso. Paul subiu as escadas, e era como se uma pistola estivesse em minha cabeça, minha pequena Bella, nas mãos daquele homem. Eu só podia rezar agora. Não demorou muito e Paul voltou. Sozinho.

-Ela não está. Em nenhum dos quartos. – Disse Paul sério.

-Mentindo Swan? Você não está facilitando – Disse Sam esfregando o cigarro em minha pele novamente. Estremeci pelo ardor.

-Eu juro que ela estava lá – Eu disse. Realmente não sabia o paradeiro de Isabella, será que ela tinha dormido na casa da amiga? Mas ela não tinha avisado, ou será que ela escutou a conversa e fugiu? Eu estava perdido.

-Não me engane Charlie – Disse ele sorrindo ironicamente – Eu vou indo, mas voltarei ao anoitecer, e quero meu dinheiro em minha mão. – Disse ele saindo de minha casa, o acompanhei, e ao passar pela porta vi que meus lábios sangravam. Maldito. Entrou em seu carro, provavelmente roubado e partiu com seu irmão. O que eu faria agora? Onde estaria Isabella? Eu precisava correr. Entrei em casa e corri sob as escadas indo direto para o quarto de Bella. Ela não estava. O quarto estava revirado, provavelmente por Paul procurando por Isabella, mas ela tinha dormido em casa, sua cama estava desarrumada e seus livros em cima da mesa. Por Deus, onde tinha se metido essa menina? Não sei por quem me preocupava mais, precisava arrumar três mil até o final do dia, empréstimos eu não poderia mais pegar, se fosse recorrer a Esme, capaz dela mesmo dar cabo de mim. Eu precisava de uma luz. Desci as escadas correndo, peguei a chave do carro e os documentos dele, que estavam na sala. Ultrapassando os limites de velocidade, fui para a concepcionária de Seattle e sem pensar duas vezes vendi o carro. Não era muita coisa, mas serviu para cobrir o que eu precisava para pagar ao Sam. Com a venda consegui cinco mil. Com pressa, para acabar com isso de uma vez, e que eu me permitisse nunca mais cometer o mesmo erro, fui para a boca do tráfico, nos becos sombrios da cidade. Era nos fundos de uma empresa abandonada, onde ocorria tudo. Identifiquei-me e entrei. Como sempre, papelotes e mais papelotes de maconha, cocaína e outros tipos de drogas, empilhados pela sala. Prostitutas praticamente sem roupas andavam com caras nada agradáveis pelo espaço, caixas de armamentos estavam sendo descarregadas, enquanto algumas das garotas embarcavam no caminhão-baú como se fossem mercadorias. Me pergunto, como deixei-me envolver pela sombra? Passei por todos os cômodos e fui para os fundos onde ficava o escritório de Sam e Paul. Bati duas vezes na porta e Paul a abriu, revirando os olhos quando me viu. Entrei na sala e joguei a moitinha de dinheiro, onde se encontrava os três mil.

-Já Charlie? – Disse Sam sentado confortavelmente em sua cadeira, pegando o dinheiro e conferindo – Assaltou um banco? Vendeu a casa? – Perguntou ele sorrindo.

-Consegui seu dinheiro, como eu consegui não te interessa. Agora você pode me deixar em paz, e me riscar dessa sua listinha – Eu disse sério, ainda o encarando.

-Não é assim tão fácil Charlie. – Disse ele sorrindo debochado. Estremeci. Como assim, não era fácil? – Você ainda sabe de todos os meus esquemas, afinal foram mais de dois anos de parceria não é? Você comprando, consumindo, dando, vendendo para outras pessoas, você precisa ser apagado – Disse ele passando a mão pela cintura onde levava consigo uma pistola. – Tá vendo essa belezinha aqui? – Perguntou ele puxando a pistola e a admirando – Ela é tão especial... Fabricação Tcheca, a famosa bala de aço. Uma balinha dessa bem no meio da sua testa, e você parte dessa para melhor, ou não... – Disse ele debochado, agora apontando a pistola para mim. – Vai pensar melhor? Ou vai querer dar no pé? Quer dizer, juntar os pés? – Continuou ele sorrindo e apontando-a para mim. – Se não quer deixar sua filhinha praticamente órfã, junte-se a mim, continue servindo seus serviços para mim, assim deixo essa história de morte... Iaí? Pensou? As coisas são rápidas Sr. Swan, tempo é dinheiro, e enquanto você está pensando aí, eu poderia estar entre quatro paredes com uma dessas garotinhas que estão sendo importadas para a Europa agora...

-Tudo bem – Eu disse derrotado, repensando em toda a estupidez que eu fiz. A primeira foi ter me metido nessa – Eu me uno a você, mas por uma condição.

-Diga seu preço homem – Disse ele agora, guardado sua preciosa pistola.

-Deixe Isabella, fora disso. Eu lhe peço, ela não tem culpa de nada.

-Tem razão, mas ela tem culpa por ser filha, mas se essa é sua condição, que se faça. Eu deixo a garota de fora, se bem que ela seria bem preciosa no meu negócio – Disse Sam gargalhando e o encarei sério. Logo ele se recompôs – Uma brincadeirinha para descontrair. Nada de meter Bellinha nisso. – Disse ele agora se ajeitando na cadeira, e esticando sua mãe, para que eu pudesse apertá-la. Gostaria de agora poder voltar no tempo e desfazer todos os erros, mas agora era tarde demais, eu não podia fazer isso, e agora a solução era me aliar ao inimigo.

POV Bella

Medo. Essa era a palavra que vinha me assombrando a cerca desses anos, mas parece que agora ela ganhava um impacto maior.

-O que a gente vai fazer agora? – Perguntei para Edward enquanto a gente andava para a pequena rodoviária da cidade onde como disse Edward antes, iríamos para Forks.

-Já te falei Bella, você precisa ir para Forks, quando chegar lá, você conta tudo para sua tia e daremos um jeito nisso. – Disse ele me acompanhando até a bilheteria.

-Bom dia – Eu disse e uma mulher apareceu sob o pequeno balcão – Eu gostaria de pegar o próximo ônibus para Forks.

-Onde estão seus pais? – Perguntou ela séria e desconfiada.

-Diga que eles já estão lá, esperando você. Mandaram-te aqui para resolver coisas do colégio. – Disse Edward.

-Eles moram lá. Na verdade a gente mora lá, é que vim resolver umas coisas do colégio, eles são muito ocupados... – Eu disse com a voz mais convincente possível.

-Hmm, custa 12 dólares – Disse ela e sorri para mim mesma e para Edward. Paguei e peguei o ticket, era o próximo ônibus, então logo embarquei e esperei. Sentei lá no fundo, já que estava bem vazio, assim poderia passar a viagem conversando com Edward.

-Estou preocupada com papai. Aqueles caras me assustaram. E se fizeram algum mal a papai? – Perguntei desesperada.

-Ele sabe se cuidar Bella, fique calma, saberemos dele quando chegarmos em Forks. – Disse Edward confiante, tentando me passar confiança. – Acho que você não irá mais para esse colégio, acho mais seguro você ficar com sua tia em Forks, até as cosias se resolverem... – Disse ele... Mas o que ele queria dizer com até as coisas se resolverem?

-Se resolverem? Como assim? - Perguntei e ele ficou com uma cara que revelava que tinha falado demais. – Sabe de alguma coisa que não sei Edward? – Insisti olhando para ele séria.

-Nada Bella, as coisas... Ér... Essas coisas complicadas que estão acontecendo... É isso. Pare de me interrogar! – Disse ele e mudou seu olhar.

-Tem alguma coisa que você está escondendo de mim, e é séria. – Eu disse e me virei. Estávamos como duas bobas crianças, um virado para o outro. Como eu estava na janela, olhava a paisagem, já que estávamos a caminho de Forks, fazia alguns minutos. Foi uma viagem silenciosa, minha barriga roncava, já que eu não tinha comido nada. Estávamos em Forks, no “centro” daquela pacata cidade. Eu e Edward, parados olhando para o outro lado da rua, onde tinha um telefone público, olhei para ele – Não sei onde fica a casa de tia Esme. Já faz tempo desde que estive aqui da última vez. – Eu disse e ele me encarou.

-Então vamos ligar para ela – Disse ele me puxando para o outro lado da rua. Pouquíssimas pessoas estavam na rua, então eu poderia praticar o que era para os outros, loucura, o que era para mim uma conversa. Atravessamos a via e peguei minha agendinha que por sorte estava na mochila, vasculhei-a a procura do nome de tia Esme. Quando achei peguei coloquei uma moeda e disquei o número dela, que em pouco toques atenderam do outro lado.

-Alô? – Perguntou uma voz masculina, porém muito fina. Deveria ser Jasper meu primo.

-Jasper? – Perguntei – É a Bella, tia Esme está?

-Bella que bom ouvir sua voz – Como sempre ele muito carinhoso, Edward fez uma careta, quando escutou. Ele estava praticamente colado ao telefone comigo. – Ela está sim, vou chamá-la. – Um momento depois Esme pegou o telefone. –Bella querida! Como você está?

-Estou em Forks tia, por favor, venha me buscar aqui no centro, eu te explico tudo quando você chegar.

-Oh meu Deus! Está certo querida, eu estou saindo de casa agora! – Disse ela e desligou. Não consegui segurar e uma lágrima caiu de meu rosto, rolando pela minha face.

-Calma Bella! Tudo vai se resolver, não chora! – Disse Edward limpando a lágrima que caía. Minha vontade era de abraça-lo mas ali eu não poderia. Sentei-me no meio fio com Edward ao meu lado e fiquei a esperar tia Esme chegar. Devia ser por volta do meio-dia, mas em Forks não tinha sol, uma grossa camada de chuva cobria o céu, e iria chover em breve. – É melhor esperarmos do outro lado, onde tem proteção, a qualquer momento pode... – Antes de ele pronunciar a palavra chuva, gotículas começaram a cair do céu. Saímos correndo para o outro lado onde tinham um sombreiro.

Alguns minutos se passaram, acho que vinte no máximo, e tia Esme, não tinha vindo ainda.

-Tá demorando – Eu disse pegando na mão de Edward, que logo fez um carinho na mesma. Quando ele abriu a boca para falar, Esme parou o carro na nossa frente. Olhei para Edward me levantando e entramos no carro.

-Bella! O que aconteceu? – Perguntou ela me abraçando – Onde está seu pai? Aquele irresponsável! Diga-me querida, tudo, exatamente tudo o que aconteceu para você vir nessas condições me procurar.

-Podemos ir embora, não quero ficar aqui por mais tempo – Eu disse chorosa e ela concordou assim arrancando com o carro. Quando já estávamos na estrada, coberta pelos dois lados de grandes árvores. Comecei a falar. – Papai, acho que está envolvido com alguma coisa que não é boa – Eu disse olhando para ela, que dava olhadelas para mim, assim não desviando completamente seu olhar da estrada. – Hoje pela manhã, eu estava dormindo e escutei murmúrios, como se fosse briga no andar abaixo – Menti. Afinal Edward não tinha me contado detalhes, olhei para o banco traseiro a procura de socorro, ele sorriu e começou a me falar. – Desci as escadas e fiquei no comecinho para escutar, papai estava devendo quantias altas para os homens do mal, mas papai disse que não tinha nada, então eles disseram que me queriam, mas corri para o quarto, arrumei minha bolsa e pulei da janela, me escondendo na mata do outro lado da rua, então peguei o ônibus para Forks, e aqui estou com muito medo. Tia Esme não me deixe voltar para lá, eu não quero.

-Calma Bella, você vai ficar comigo, mas fiquei calma, nada de mal vai lhe acontecer – Disse ela, e logo depois chegamos a casa. Eu tinha me esquecido o quanto era bonita e grande. – Chegamos querida – Descemos do carro, e entramos Edward agarrado ao meu braço. – Provavelmente está com fome – Disse ela e concordei. Fomos à cozinha e comi algo, não me importava com o que fosse, estava com fome demais para reparar. Quando acabei perguntei por meus queridos primos.

-Onde estão Jasper e Rosalie? – Perguntei. Jasper tinha mesma idade que eu, enquanto Rosalie era a mais velha, com quinze.

-Jasper, depois de sua ligação foi para o colégio, e Rosalie, chega daqui a algumas horas – Disse ela se levantando e me pegando pelo braço – Você precisa descansar querida, vai ficar no quarto de visitas aqui embaixo, certo? – Disse ela e só fiz balançar a cabeça confirmando, entrei no quarto, coloquei minha mochila no canto ao lado da cama e sentei na mesma – Descanse, depois conversamos. Irei ligar para seu pai – Disse ela, mas protestei.

-Não tia! Por favor! – Eu disse desesperada, Indo ao seu encontro.

-Querida, só vou falar que você está aqui comigo, ele deve estar desesperado a sua procura Bella! Fique calma, descanse e depois conversamos – Disse ela dando um beijo em minha testa, e logo depois saindo fechando a porta.

-Edward, estou com medo – Eu disse e ele me abraçou. Fechei meus olhos e apertei-o em meus braços.

-É só questão de tempo, tudo isso vai passar – Disse ele beijando o topo de minha cabeça. Tirei a roupa apertada e me deitei na cama, tentando de alguma forma amenizar a dor com o sono. Estava cansada, tanto fisicamente quanto mentalmente, eram muitos problemas, que talvez demorassem, talvez não a se resolverem. Como disse Edward era um simples fato de tempo.