Innocence - capítulo 19

29 de janeiro de 2012



Meu povo! Hoje as coisas estão quentes, muy quentes! hehe 
Uma boa leitura.
:*

Eu estava por entre as nuvens. Deitada, ou correndo por elas. Nuvens tão branquinhas, algumas tinham formatos de animais, objetos. Depois eu fui transferida para uma nuvem bem grande, alvinha e macia parecia realmente algodão. Comecei a correr de alguém, eu sorria com vontade enquanto corria, era divertido, quando olha para trás, para ver se meu perseguidor está muito perto me deparo com os seus olhos verdes me encarando. Era Edward. Mas um Edward diferente estava trajado numa roupa totalmente branca, que poderia identifica-lo como uma das nuvens, a não ser pelo que se destacava. Um par de grandes asas, enormes mesmo, totalmente brancas se não fosse pelas pontas que eram de um azul bem clarinho, mas ainda assim perceptível, e na divisão de cores uma linha fina de uma cor dourada, separava o azul do branco. Elas batiam levemente apesar de sua aparência ser pesada, parecia não incomodá-lo. Fiquei estática admirando-o, era tão perfeito. Suas asas bateram mais rapidamente e ele se postou atrás de mim, fui tentar me virar, mas ele me impediu, deslizando sua mão por minhas costas, parecia uma pena de tão leves que as carícias eram. Seus lábios foram para meus ouvidos e diziam coisa que eu não podia ouvir, mas sua boca estava tão perto, eu não conseguia entender. De repente as nuvens que eram tão calmas e alvas, se tornaram turvas e escuras, dando uma rajada de vento que levava Edward de mim, ele tentava, eu podia ver pelo movimento de suas asas que seu desejo era poder retornar para mim, mas não conseguia. O vento foi ficando mais forte, as trevas começaram a invadir onde era o paraíso, tudo estava ficando escura, a luz que emanava daquele local tão angelical, celestial, estava ficando demoníaca e a escuridão dominou, deixando-me perdida. Caí derrotada no chão, até que alguém se aproximou de mim, eu torcia para que fosse Edward vindo me resgatar dessas trevas, mas quando levanto meu olhar não é quem eu esperava. Jacob me estendia à mão. Ele também tinha asas, mas não eram brancas como as de Edward, elas eram pretas, de um breu incrível e a ponta de suas asas um vermelho sangue vivo. Levantei-me e tentei correr, mas era escuro demais, uma voz ao longe tentava me ajudar gritando meu nome “Bella, Bella”, mas eu não a encontrava.
–Bella! Bella Acorda Bella! – Edward me sacudia desesperado. Suspirei alto e sentei rapidamente na cama, me causando uma tontura momentânea. – Calma amor, deita. – Aconselhou ele empurrando meus ombros de volta para a cama.
Passei a mão por minha testa e vi que estava completamente encharcada de suor, respirei fundo algumas vezes.
–O que aconteceu Bella? Eu tentei te acordar, você estava começando a suar, ficar inquieta, mas nada te acordava, o que aconteceu? Teve um pesadelo?
–Nítido demais Edward. Depois daquelas histórias que você me contou ontem, acho que fiquei meio abalada demais. E sonhei que estava entre as nuvens e você aparecia com asas lindas demais, e tentava falar comigo, você estava tão perto do meu ouvido, mas eu não conseguia te ouvir, até que a escuridão encobriu tudo e o Jacob apareceu também de asas, mas elas eram pretas e feias e ... ah Edward! – Choraminguei, abraçando-o com força.
–Calma, meu amor. Foi só um sonho ruim certo? Estou aqui com você agora – Disse ele beijando o topo de minha cabeça;
–Edward, que horas são? – Perguntei encarando seu terno rosto.
–Oito da manhã – Disse ele calmo, como se eu não tivesse compromissos.
–Edward! Eu tenho provas, e são as últimas do ano, preciso me apressar assim irei perde-las – Eu disse rapidamente me levantando da cama, mas ele segurou meu pulso me puxando para seu colo.
–Calma, Esme ligou para colégio avisando o que tinha acontecido com você, e você poderá fazer as provas amanhã, apressada – Disse ele sorrindo e beijando a ponta do meu nariz.
–Tenho que estudar, mas antes – Eu disse sorrindo maliciosamente, empurrando Edward para deixa-lo deitado na cama, fiquei em cima do seu corpo, beijando seu peito desnudo, subi para seu pescoço até que cheguei aos seus lábios. Mordisquei seu lábio inferior, ganhando um gemido dele. Devorei sua boca, invadindo-a com minha língua. Ele também se sentia à vontade com o beijo, logo foi traçando uma deliciosa guerra com minha língua, sua boca também não era delicada, quando se ligava a minha. Edward segurou minha cintura e rapidamente me virou na cama, ficando por cima de mim, suas mãos entraram em minha blusa, mas sua boca nunca abandonava a minha, chupando-a avidamente. Infelizmente, porém por uma boa causa sua boca se afastou da minha. Edward tirou minha blusa, jogando-a em qualquer canto do quarto, voltando a atacar minha boca, eu sorria vitoriosa. Seus lábios desceram e foram para o meu pescoço, chupando com força, lambendo e distribuindo beijos ardentes – Vai ficar marcado – Eu disse arfando, respirando com dificuldade.
–É bom – Disse ele parando e me encarando, depois voltando ao meu pescoço – Deixar minha marca, mostrar que você é minha. – Edward estava possuído só podia, nunca tinha visto esse lado dele, mas não estava reclamando, pelo contrário eu adorava.
Suas mãos foram para as minhas costas, acariciando-as. Perdi o ar, quando ele desatacou o fecho do meu sutiã. A peça deslizou por meus braços, e o rubor tomou conta de meu rosto quando Edward encarou-me assim, tão desnuda. Sua pele estava gelada o que me fez ter arrepios quando sua mão subia e descia em meus braços, passando por meu ombro, fazendo todo o caminho da clavícula até, seus leves dedos tocarem meus seios. Gemi com seu toque frio e delicado. Suas feições eram de total deleite, de êxtase.
–Tão linda – Disse ele, tocando nossos lábios novamente, uma, duas, três vezes rapidamente, sorrindo em meus lábios, dizendo um “eu te amo” só no movimento da boca. Meus olhos se fecharam apreciando cada momento de seu toque em minha pele, cada toque de seus lábios em minha pele. Seus lábios desceram por meu pescoço, e a ponta de sua língua circulou meu mamilo, rígido por seu toque tão íntimo. Mordi meus lábios não deixando escapar um gemido, seus lábios se fecharam em torno do meu seio, fazendo-me arquear as costas de encontro com sua boca, ansiando por mais. Pude sentir em seus lábios se formar um sorriso, sem demoras sua boca circulou beijos em meu outro seio, me fazendo mostrar o quanto eu estava gostando daquilo tudo. Da minha boca nada saía concreto, palavras desconexas e totalmente desnecessárias para aquele momento, os nossos corpos falavam por nós, não era necessário palavras.
Edward começou a descer a carícia de seus lábios por minha barriga, dando beijos e chupadas, que provocavam calafrios e arrepios em minha pele, enquanto isso seus olhos encontraram os meus e estava escuro, o verde tinha se intensificado, pelo poder da luxúria. Naquele momento Edward não tinha nada de angelical, pelo contrário. Sua língua circulou minha barriga, meu umbigo e quando ele finalmente chegou lá, seu olhar tinha se tornado preocupado para mim. Mantendo sempre o contato visual Edward subiu suas mãos por minha coxa massageando pelo lado de dentro, sempre subindo, sempre mantendo o contato visual, nunca desviando seu olhar do meu. Sua mão ficou em cima do meu sexo, fechei meus olhos pelo simples contato.
–Abra os olhos. – Ordenou ele, a voz séria. Obedeci, e ele me – Quero ver todas as suas reações Bella, não me negue isso.
–Edward... – Gemi.
–Shh... Se preferir fazemos isso em outro momento, não agora – Disse ele, mas neguei desesperadamente com a cabeça. – Quando foi que a minha gatinha se tornou uma leoa? – Riu ele. Peguei em sua mão, rindo maliciosamente e fiz com que ela acariciasse mais uma vez meu sexo, ele gemeu, e puxou sua mão. – Quero ir com calma, com você. Quero fazer amor com você.
AAH MORRI! O que era aquele homem? Desfaleci completamente, agora eu não tinha mais medo de nada, estava com o meu homem, o homem que eu amava.
Seu corpo ficou em cima do meu. Nossos corpos desmerecidos completamente de roupas, nossas peles em completo e inteiro contato, a fricção de nossos corpos tão excitante quanto à boca de Edward na minha, quanto suas mãos devastando meu corpo. Após todos os nossos ritos de iniciação, todas as nossas preliminares tinham se tornado em vão, para a fome do nosso desejo. Edward beijou minha boca de forma indecente, devorando-a e invadindo-a de forma desesperada, seu olhar encontrou o meu, enquanto suas pernas separavam com delicadeza as minhas, e finalmente nossos corpos se tornaram um só. Seu membro abrindo minha carne, devagar e com calma, gritei de dor e imediatamente ele parou, deixando-o dentro de mim, deixando-me acostumar. Depois de meu grito desesperado, minha respiração se acalmou e a onda de dor se dissipou, dando lugar a uma nova onde de prazer que invadiu meu corpo, e instiguei para Edward continuar seus movimentos dentro de mim. Ele sorriu colando nossos lábios em um delicado beijo, enquanto cada vez mais seu corpo se apoderava do meu, entrando e saindo numa velocidade deliciosamente boa. Nossos gemidos se uniam deixando o quarto com o eco do nosso prazer, deixando o quarto com o cheiro do nosso prazer. Senti minha carne começar a se apertar em torno do membro dele, e pude sentir uma onda de espasmos dominarem meu corpo, como um choque elétrico, um arrepio percorreu todo meu corpo, deixando-o mole, Edward sentiu isso no mesmo momento que eu, deixando assim seu líquido preencher o preservativo. Nossas respirações entrecortadas, rápidas. Aninhei-me em seu peito, quando seus braços me puxaram para mais perto, envolvendo minha cintura. Acabei não estudando nada. Ficamos ali tendo, curtindo nosso primeiro momento de amor.
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–Edward? – Acordei o sol já estava alto e forte, coisa rara em Forks.
–Oi amor – Disse ele aparecendo de toalha na porta do banheiro.
–Nada, pensei que tinha saído – Disse sorrindo e me levantando, indo ao seu encontro. Passei meus braços em torno de sua cintura, abraçando-o.
–É melhor você se vestir. Não sei se consigo me controlar com você desse jeito – Disse ele acariciando minhas costas desnudas.
–Hmm certo. E quero ir em casa, acho que já posso ir certo? Além do mais, não quero ficar me escondendo quanto mais me escondo, mais Esme e Carlisle ficam à mostra para aquele louco, precisamos entregar ele para a polícia – Disse séria. Ele me encarava, balançando a cabeça num gesto afirmativo.
–Ok. Vamos ver isso, mas vá tomar banho – Disse ele levando-me em direção ao banheiro. Tomei um banho demorado, só saí por que Edward gritava desesperado do lado de fora do banheiro. – O que foi Edward? Aconteceu algo?
–Algo maravilhoso tenho, que dizer – Disse ele sorrindo – Carlisle acabou de me ligar, avisando que encontraram Sam.
–Mentira! Sério? Ah que ótimo esse pesadelo passou. – Disse aliviada.
–O encontraram morto.
–Ah meu Deus Edward, e como você diz que isso é maravilhoso encontraram ele morto! – Disse estupefata pela capacidade do meu namorado de ver as coisas.
–Você não me deixou acabar. Bom porque ele não vai vir mais atrás de você, com aquela ideia maluca de vingança. Triste pro lado dele.
–É verdade. Vou terminar de me arrumar para irmos lá a casa. – Disse vestindo minhas roupas. Comemos algo e fomos em direção a casa de meus “pais”. Carlisle disse que o encontraram provavelmente na mesma cabana na qual eu estive algumas horas em cativeiro, e que a polícia local precisava de mim para dar depoimento. Fomos a delegacia, e lá contei tudo o que tinha acontecido, desde a abordagem deles em casa, ao assassinato de Maria, até o Jacob ter a incrível ideia de me tirar de lá, até agora eu não entendia o porquê de ele ter me ajudado, já que é do lado de lá, mas isso não importava mais, afinal de contas eu estava bem e com Edward. A polícia disse que iria procurar Jacob para dar mais informações.
–Bella ainda acho melhor você ficar na casa do Edward, por enquanto. Pelo menos até isso realmente se esclarecer, mas passe lá em casa hoje a noite, Rosalie e Jasper chegam mais tarde, devem estar morrendo de saudades.
–Claro Esme, vou sim, só vou passar em casa para pegar algumas coisa, certo?
–Tudo bem, já estou indo para o hospital, qualquer coisa ligue para mim – Assenti e ela juntamente com meu tio foi embora. Edward e eu fomos a casa e pegamos algumas coisas, para depois seguimos para sua casa. Ao passarmos do portão da casa de Edward uma figura estava encostada numa moto um tanto potente e completamente preta, ao nos aproximarmos, pude ver que a tal figura era Jacob. O que ele estaria fazendo lá? Descemos do carro e Edward já foi em cima dele, sem ataca-lo e sim encarando-o.
–O que você quer? Já não avisei para ficar longe? – Disse Edward sério, seu corpo tremia ligeiramente, talvez de raiva.
–Vim avisá-lo. Se não impedirmos tudo aquilo se repetirá. Sei que sou do lado oposto, mas não quero que toda aquela história se repita, então não me faça arrepender de te avisar.